terça-feira, 21 de abril de 2009
Cultura da Convergência
A convergência depende de uma mudança cultural: impacto na cultura popular.
A participação do consumidor é fundamental, ele busca a informação e conecta o conteúdo disperso.
Não é um conceito puramente tecnológico.
O livro é sobre o trabalho e brinquedo do público com a mídia.
O consumo é um processo coletivo.
Questionamento da revolução digital (5-6)
Sola POOL "tecnologies of freedom"
Divergência e Convergência dois lados do mesmo fenômeno
"liberdade é garantida quando os meiso de comunicação são, dispersos descentralizados e facilmente acessíveis, como a prensa e o microcomputador. O controle central é mais provável quando os meiso de comunicação estão concentrados, monopolizados e escassos, como com as grandes redes".
Derrubando as paredes:
1)dos átomos aos bits- Digitalização
2) Conglomerados
Black box fallacy
Dead media project
Não são as velhas mídias que morrem mas sim as ferramentas.
Som gravado é a mídia o cd é o suporte, (delivery media)
Lisa Gitelman, Mídia:
1) tecnologia que permite a comunicação:
2) protocolo associados ou práticas sociais
uma vez que uma mídia se estabelece, permanece
Velha noção de convergência: Um dispositivo (Blackbox)?
necessidades diferentes - usos diferentes - dispositivos diferentes
nova noção: Coexistência entre mídias especializadas
Convergência é o processo e não o resultado.
Alteração das lógicas de produção, operação da mídia e do seu consumo
Lógica da Cultura da convergência
Não se trata apenas de material comercial
Nossa vida, memória, relacionamentos, conversas...
Economia Afetiva
Concentração do mainstream X proliferação dos emissores
Cooporações + consumidores
Consumidores
passivos-------> ativos
isolados -------> conectados
silenciosos-----> barulhentos
previsíveis ----> imprevisíveis
extension sinergy franchising
2) American Idol - economia afetiva - engajamento afiliação do consumidor
3) Matrix transmedia
O começo do livro disponível on-line.
domingo, 12 de abril de 2009
Narrativas Digitais
Nossa aula tratará da taxonomia da pesquisadora norte-americana Nora Paul para “Elementos das Narrativas Digitais” (In: FERRARI, Pollyana. Hipertexto, Hipermídia. 2007). Esta classificação visa avaliar as combinações dos elementos narrativos usado pelo jornalismo digital. O objetivo é determinar seus efeitos sobre os consumidores. Veremos ainda o estudo da não-linearidade no jornalismo On-line segunda a visão de Adriane Canan (In: FERRARI, Pollyana. Hipertexto, Hipermídia. 2007).
Confira o site oficial da pesquisa.
Apresentação da aula: narrativas-digitais.ppt
Formulário para a pesquisa.
Exemplos:
Eis alguns exemplos de reportagens multimídia.
Ambulantes no Trem é um TCC universitário que utiliza plenamente os recursos multimídia em Flash.
Bon Bagai é um webdocumentário da Agência Brasil baseado em slideshow e trilha sonora muito próximo do que nós podemos criar aqui.
Consumo Consciente, mais sofisticada, foi realizada também pela Agência Brasil.
El Pais sobre a independência espanhola.
O argentino El Clarín traz a viagem em que Ernesto Guevara transformou-se em Che.
Crane Collapse in Manhattan do New York Times e ainda no mesmo jornal: Financiamento de Campanhas das eleições presidenciais americanas.
Reportagem especial Doubt do Saint Peterbourg Times.
National Geographic traz o sofisticado Memory.
Caminhos abertos pela multimídia ao fotojornalismo estão no MediaStorm, patrocinado pelo Washington Post.